Fala, Presidente! com Bruno Cintra SBQ/Sergipe

- 21/08/2020


O cirurgião plástico Bruno Barreto Cintra trabalha na unidade de tratamento de queimados do Hospital de Urgências de Sergipe e é o convidado desta edição da coluna quinzenal da Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ), Fala, Presidente!.

Bruno conta que trabalha com queimaduras há 15 anos e desde a época da residência médica já era interessado pela área. Por isso, há 12 anos, o especialista é filiado a SBQ e está à frente da regional de Sergipe. “Aqui pregamos a prevenção e o treinamento de todos os hospitais regionais, com o intuito de diminuir a incidência de queimaduras, e uniformizar o atendimento”, destaca.

Há quanto tempo trabalha com pacientes queimados?

Trabalho há 15 anos. Há 5 anos como coordenador no centro de queimados do Hospital de Urgências de Sergipe.

Como foi direcionado para essa área?

Desde o início da minha residência em cirurgia plástica e durante os estágios na unidade de queimados de Limeira, já me interessava pela área e não teve como não me apaixonar pela temática. Tive como grande referência o dr. Flávio Nadruz, coordenador da unidade de Limeira.

Há quanto tempo está na SBQ? Como é a sua direção na regional de Sergipe?

Estou na SBQ há 12 anos. E aqui em Sergipe pregamos a prevenção e o treinamento de todos os hospitais locais, com o intuito de diminuir a incidência de queimaduras e uniformizar o atendimento. Temos conseguido diminuir nossos índices, principalmente durante os festejos juninos.

Quais conquistas da SBQ Sergipe gostaria de ressaltar?

Conseguimos, há um ano, reforma total da nossa unidade, com recursos da iniciativa privada. Ainda, incluímos o estágio obrigatório de residências médicas de cirurgia geral, cirurgia plástica, medicina intensiva e pediatria na nossa unidade. O que contribui para maior divulgação dos conhecimentos sobre queimaduras.

Que desafios Sergipe enfrenta no tratamento e prevenção de queimadura?

A combinação de festejos juninos e fogos de artifício e, mais recentemente, o maior acesso ao álcool líquido elevam nossa casuística. Mas trabalhamos firmemente para mudar os números.

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